Com o projeto em fase final de elaboração a educação financeira será parte do currículo do Ensino Fundamental em, no Maximo três anos. Os professores devem incitar o pensamento crítico das crianças, quanto ao consumo e à acumulação, mas os resultados dependem dos exemplos de casa.
As bases de construção da relação entre o homem e o dinheiro acontecem ainda na infância, quando temos chances de fixar alicerces que nos tornarão adultos com um bom relacionamento com o dinheiro. A educação financeira deve ir lapidando idéias como a criação de uma poupança, de ser cuidadoso com as escolhas que se faz e de saber medir as conseqüências.
Não faz sentido discutir juros, orçamento ou produtos financeiros com as crianças. é possível ensinar uma maneira crítica de pensar o consumo. Deve mostrar o lugar da criança na economia, como todas as situações se relacionam e como suas escolhas têm conseqüências para os outros. Mesmo crianças muito pequenas podem perceber que há o consumo de coisas que queremos e de coisas que precisamos, e que na vida, as coisas que a gente precisa tem de vir antes.
Quem educa financeiramente uma criança são os pais. O papel da escola é menor. O que o educador pode fazer é construir um caminho consistente, não sair costurando conceitos.
Fonte: Maria Damiana/Portal P1
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