Aqui destacamos alguns aspectos importantes do que representa esse aumento
Para quem não sabe, a taxa Selic é a taxa básica de juros da economia, referência para o cálculo da maioria dos juros no mercado. Quando a taxa aumenta, as modalidades de crédito ficam mais caras. No entanto, quando diminui, as despesas dos bancos e das financeiras ficam menores, o que possibilita uma oferta de crédito mais barata ao mercado, ampliando o acesso aos consumidores finais.
Este ano, a Selic acumula uma alta constante com sucessivos aumentos (já são 12º seguidos), atingindo 13,75%, o maior índice em 5 anos. Como a inflação do País está alta, essa costuma ser o principal motivo de elevação da Selic, pois o Banco Central do Brasil a utiliza a também como forma de controlar a inflação. No entanto, a taxa de juros real (antes de descontar a inflação) é bem inferior pois a inflação já registra, no acumulado dos últimos 12 meses, mais 10% ao ano.
Com o último aumento da Selic, temos a soma 9,75% de alta, o encargo começou a elevar há pouco mais de um ano, desde março de 2021. Em consequência, a poupança está mais defasada com distância de rentabilidade em torno de 6% referente a Selic, pagando entre 7% e 8%. Na prática, isso significa que se você investir R$ 10 mil na poupança, em um ano terá R$ 10.800. Já se aplicar o mesmo valor no título Tesouro Selic, terá em torno de R$ 11.375 (em valor bruto, ou seja, sem descontar os impostos).
Com a alta da Selic pedir empréstimo para Bancos, ou empresas financeiras se tornou mais caro e não tem como lutar contra. Para te emprestar dinheiro essas entidades se baseiam no mercado financeiro. Este cenário afeta a população de maneira geral e também as empresas. O aumento dos juros não incentiva tomada de empréstimos para realizar investimentos. Também prejudicam as finanças públicas, já que os países também tomam empréstimos ao emitir títulos de dívida.
A alternativa é buscar rendimentos acima da inflação tanto no mercado como em títulos do governo federal (o chamado Tesouro direto), que possuem retornos mais próximos ou até acima da Selic.
No dia 15 de outubro, o Conselho Deliberativo da PREVIG aprovou mudanças no Regulamento do Plano CD e no Estatuto da Entidade. Regulamento do Plano CD (aguardando aprovação pelo órgão regulador*) As mudanças seguem em linha com as últimas alterações, como adequações à nova legislação, além de flexibilizar algumas escolhas para os participantes e assistidos. […]
O valor das aposentadorias e pensões do Plano BD 2 – ENGIE foi reajustado em 4,42% neste mês de junho. O percentual de reajuste corresponde à variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período de junho de 2025 a maio de 2026, conforme previsto no Regulamento do Plano. Importante: a URE-BD […]