A simulação realizada pela empresa considerou uma pessoa com 35 anos de idade que, até a aposentadoria, aos 60 anos, vai aplicar R$ 600 na previdência complementar. Caso opte por uma entidade fechada, esse investidor vai desembolsar R$ 24.089,31 com custos diretos e indiretos envolvidos na aplicação, ao longo dos 25 anos de aplicação. Esse valor sobe para R$ 53.165,53 se ele estiver na previdência aberta.
A análise ainda considerou que, na previdência fechada, foi cobrada taxa de administração de 0,50% e não houve cobrança da taxa de carregamento (que incide sobre cada aporte realizado), enquanto a previdência aberta tinha taxa de administração de 1,20% e 1% de carregamento.
Por outro lado, após 25 anos, o investidor teria uma reserva de R$ 445.849,15 na previdência complementar fechada. Se aplicasse em previdência privada aberta, oferecida por uma seguradora, ele acumularia um saldo de R$ 395.562,01. A rentabilidade considerada foi igual nos dois casos: 6% ao ano.
Fonte: Segs
No PrevFlex, o plano de previdência complementar oferecido pela PREVIG, a Patrocinadora efetua contribuição básica mensal destinada à conta individual de cada Participante de valor igual à sua contribuição básica. Com isso, o esforço do Participante para acumular um patrimônio previdenciário é menor
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As mudanças propostas pela PREVIG para o Regulamento do Plano PrevFlex (CD) foram aprovadas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), conforme Portaria nº 594, de 4 de julho de 2025. Com a aprovação, as mudanças passam a valer oficialmente e já estão incorporadas à nova versão do Regulamento. Confira os principais pontos: Renda mensal: […]