
Chegar a este valor foi possível graças à estratégia de investimentos alicerçada na diversificação dos ativos, equilibrando rentabilidade, risco e liquidez, realizada pela PREVIG. A Entidade tem políticas de investimentos para cada um de seus planos de benefícios, que determinam anualmente as alocações máximas e mínimas em cada segmento de investimento, de forma a promover a liquidez necessária e o nível aceitável de exposição ao risco.
O patrimônio da PREVIG começou com um saldo de R$ 200 milhões, em 2002, com parte da massa do Plano BD oriunda do Plano ELOS/Tractebel. Depois, em 2005, foi criado o Plano CD, que primeiramente teve como perfil de investimentos o Perfil CDúnico. Em 2007, este plano ganhou os Perfis Renda Fixa, Mix I e Mix II e posteriormente, em 2008, o Perfil Mix III. A implantação da escolha dos perfis foi importante para ajustar os investimentos de acordo com o Ciclo de Vida dos Participantes.
“Quanto maior o horizonte de investimento do Participante, maior deve ser sua propensão a correr riscos. Assim como, quanto mais próxima a aposentadoria, menor a propensão a riscos. Assumir mais riscos na fase do recebimento da renda mensal de aposentadoria pode ocasionar perdas que dificilmente poderão ser recuperadas”, explica o Gerente de Investimentos da PREVIG, Levi Nagano.
Desde sua constituição, a PREVIG pagou R$ 294 milhões em benefícios de previdência complementar, arrecadou R$ 374 milhões em contribuições de Participantes e Patrocinadoras, e adicionou R$ 722 milhões em rentabilidade a este patrimônio com os seus investimentos.
A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou as alterações no Estatuto Social da PREVIG por meio da Portaria nº 518, de 6 de junho de 2025, publicada no Diário Oficial da União em 10 de junho de 2025. As mudanças, previamente aprovadas pelo Conselho Deliberativo da entidade, contemplam: A adequação do Estatuto à Resolução […]
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