
Uma pessoa é considerada endividada quando tem parcelas a pagar de compras que foram divididas, por exemplo, no cartão de crédito e se torna inadimplente, quando essas parcelas ficam pendentes por mais de 90 dias.
Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz mostra que 73% das pessoas têm noção errada sobre o que é ter uma dívida. Apenas 28% admitiram estar endividadas e 41% dos consumidores atrasaram, pelo menos, uma conta no ano passado.
O economista Caio Gonçalves explica que não há problema em assumir dívidas desde que isso seja feito com planejamento financeiro. “é importante você reservar no máximo 30% de sua renda líquida para o endividamento. Para a pessoa que ganha uma renda de R$ 1 mil é importante que ela não supere R$ 300 com o cartão de crédito ou com empréstimos. Lembrando, ainda, que ela pode reservar R$ 100 por mês para o caso de ocorrer imprevistos e os outros R$ 600 são para as despesas correntes e também para as despesas variáveis”, diz.
A cozinheira Dircilene Ferreira diz que ficou desempregada e durante dois anos não conseguiu pagar o cartão de crédito. Hoje, ela pensa muito antes de assumir qualquer compromisso financeiro. “Se eu tiver dinheiro para comprar, eu compro. Senão, eu prefiro não comprar”, diz.
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No dia 17 de janeiro deste ano foi publicada no Diário Oficial a Lei Complementar 214, que regulamenta a Reforma Tributária no Brasil. A legislação trouxe um grande avanço para a Previdência Complementar, garantindo a não incidência de novos tributos sobre as atividades das entidades fechadas de previdência, que poderia comprometer a poupança previdenciária dos […]