
1. Cura – A capacidade de detecção do câncer em fase inicial, na qual as chances de cura são próximas a 100%, é maior com o uso da mamografia.
2. Informação – Há programas mamográficos, inclusive oferecidos pelo sistema de saúde pública, que podem realizar o diagnóstico do câncer de mama. Informe-se!
3. Intervalos entre os exames – O intervalo entre a realização da mamografia deve ser de um ano a fim de evitar os casos de carcinoma de intervalo, ou seja, o câncer que surge no espaço de tempo entre os exames.
4. Falso positivo – O risco de falso positivo, ou melhor, a mulher não ter câncer, mas ser diagnosticada com a doença, na mamografia é bem menor. Segundo a médica, a cada oito pacientes submetidas à biópsia por alguma indicação achada na ultrassonografia, sete não tinham lesão maligna.
5. Redução da mortalidade – A mamografia é oúnico exame que, quando feito de forma sistemática a partir dos 40 anos, comprovadamente reduz a mortalidade pelo câncer de mama.
No dia 15 de outubro, o Conselho Deliberativo da PREVIG aprovou mudanças no Regulamento do Plano CD e no Estatuto da Entidade. Regulamento do Plano CD (aguardando aprovação pelo órgão regulador*) As mudanças seguem em linha com as últimas alterações, como adequações à nova legislação, além de flexibilizar algumas escolhas para os participantes e assistidos. […]
O ano de 2023 foi marcado por grande volatilidade nos mercados, tanto internacional quanto local, impactando os preços dos ativos de maneira geral. Apesar disso, como resultado de uma gestão ativa, a rentabilidade do segmento de Renda Fixa no período atingiu 15,88% (equivalente a 121,7% do CDI) e na Renda Variável 25,01% (2,73p.p. acima do […]