
1 – Não poupar o suficiente: Você já parou para pensar quanto vai poupar todos os meses para a aposentadoria? Este é um questionamento importante, mas antes de definir qualquer valor, o melhor é tentar calcular os gastos que você terá ao deixar de trabalhar. Isso porque se na terceira idade os gastos com escola e alimentação dos filhos já não existem mais, é preciso levar em consideração que se gasta muito mais com saúde – remédios e planos de saúde, por exemplo. Outro ponto importante é que os custos de vida em cidades menores do interior são bem menores do que em grandes áreas urbanas. Portanto, se você pretende se mudar para uma tranquila casa de praia ou de campo, pode ter custos menores do que se permanecer na cidade grande. Estes e outros fatores devem ser levados em consideração por quem faz um plano de previdência, para que o valor acumulado seja suficiente para suprir as necessidades durante toda a aposentadoria.
2 – Tentar acertar o timing do mercado: Nosúltimos 20 anos, os altos e baixos do mercado deixaram uma lição: muitas vezes os retornos dos investimentos serão negativos. Mas isso leva as pessoas a uma conclusão perigosa de que devem prever o próximo colapso. O mercado sempre vai cair de novo, e isso é o máximo de certeza que se pode ter. Quem investe para a aposentadoria não deve pensar na melhor hora de entrar ou sair de determinada aplicação, mas sim em investir com disciplina, com um portfólio balanceado, que traga ganhos no longo prazo e proteja contra grandes quedas em momentos difíceis.
3 – Especular ao invés de investir: O colunista cita como exemplo a recente saga do bitcoin. A moeda virtual teve uma forte alta no final de 2013, passando de menos de US$ 200 por bitcoin para cerca de US$ 1.100 logo depois. No entanto, no começo de 2014 o valor da moeda despencou pela metade. Quando se trata de aposentadoria, o melhor a fazer é olhar para fundos bem diversificados, ao invés de tentar descobrir qual a ação ou investimento terá performance superior. “Mesmo se o investidor acertar uma vez, não há razão para acreditar que os acertos vão continuar até os ganhos serem realizados. Fazer isso é tomar muito risco”, afirma Tuchman.
4 – Pagar por conselhos que não são necessários: Um dos mitos dos investimentos é o analista “guru”, aquele que acha que sempre sabe o que fazer enquanto todos estão no escuro. Na maioria das vezes, oúnico “consultor” que vai dar opiniões sobre as suas aplicações são aqueles que estão sentados no outro lado da mesa do banco – e que têm seus próprios interesses. Já se você vai ouvir as indicações de algum assessor financeiro, também precisa ter cuidado e conhecer bem o profissional que escolheu. Seja na corretora, no banco ou em uma assessoria financeira, é sempre importante ficar atento antes de tomar conselhos para investir.
5 – Fazer negociações diárias: O colunista explica que fazer operações de day trade (compra e venda da mesma ação no mesmo dia) pode ser um bom hobby, mas não é um plano para a aposentadoria. Estudos acadêmicos mostram inclusive que o sucesso nos investimentos é muito restringido pelos custos do trading. Por isso, Tuchman sugere que o investidor deixe um pouco de dinheiro em outra conta para esse fim, mas continue seu plano de previdência ou qualquer outro investimento para a aposentadoria.
A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou as alterações no Estatuto Social da PREVIG por meio da Portaria nº 518, de 6 de junho de 2025, publicada no Diário Oficial da União em 10 de junho de 2025. As mudanças, previamente aprovadas pelo Conselho Deliberativo da entidade, contemplam: A adequação do Estatuto à Resolução […]
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