O consumo excessivo de sal contribui para o aumento do risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), tais como: hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e doenças renais. Segundo a OMS, em 2001, essas enfermidades foram responsáveis por 60% do total das 56,5 milhões de mortes notificadas no mundo. Quase metade de todas essas mortes é atribuída às doenças cardiovasculares.
A nutricionista Lílian de Assis, responsável pelo Plano de Emagrecimento Suadieta, alerta para o risco da hipertensão arterial, mais conhecida como pressão alta. “Ela também é conhecida como uma doença silenciosa, pois só apresenta sintomas quando em níveis demasiadamente elevados. A pressão elevada pode levar a doenças cardiovasculares como derrames, isquemias e infarto. O excesso de sódio também gera retenção de líquido (inchaço) e pode levar a doenças renais”, explica Lílian.
De acordo com a especialista, o componente do sal (NaCl) que devemos evitar é o sódio (Na) que também está presente em grande quantidade em enlatados, embutidos, congelados, temperos prontos, biscoitos salgados e doces. “Quanto mais sal consumimos, mais nos habituamos com o paladar salgado e mais sal vamos querer. Outro componente rico em sódio é o glutamato monossódico. Este dilata as papilas gustativas e faz a gente achar aquele alimento muito gostoso. A longo prazo, os alimentos saudáveis parecerão sem gosto e insossos”, afirma.
Na hora de comprar um produto, Lílian aconselha a observar a quantidade de sódio nos alimentos industrializados e prestar atenção no %VD. “Este símbolo representa o percentual de sódio diário presente na porção”, alerta.
Dicas para reduzir o sal na comida:
Fonte: Sua Dieta Uol
O Calendário de Pagamento de Benefícios 2026 já está disponível para participantes assistidos (aposentados e pensionistas). Para consultar o calendário, acesse a Área do Participante e clique em Benefícios -> Calendário Pagamento. Clique aqui e confira: ÁREA DO PARTICIPANTE
O valor das aposentadorias e pensões do Plano BD 2 – ENGIE foi reajustado em 4,42% neste mês de junho. O percentual de reajuste corresponde à variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no período de junho de 2025 a maio de 2026, conforme previsto no Regulamento do Plano. Importante: a URE-BD […]