Mais dinheiro na conta bancária não significa melhor comportamento financeiro, foi a conclusão verificada pelo Indicador Serasa Experian de Educação Financeira do Consumidor.
Orientado para colher dados de três dimensões, conhecimento, atitude e o comportamento do brasileiro no que se refere às finanças pessoais e familiares, o novo índice do Serasa mostrou que pessoas que ganham mais de dez salários mínimos mensais somaram nota 5,1, enquanto aquelas que recebem um salário mínimo alcançaram 5,0. Assim, a renda não é um fator determinante para classificar a educação financeira no Brasil.
Destaques da pesquisa
Pessoas com curso superior completo conseguiram nota 6,4 enquanto aquelas sem acesso à escola chegaram a 5,6. O dado mostrouque o grau de escolaridade, ao contrário da renda, influencia a relação dos brasileiros com o dinheiro.
O indicador também verificou se existem diferenças em virtude da classe social. A análise chegou a conclusão de que a classe AB tem nota 6,3, a classe C tem nota 6,0 e a classe D/E tem 5,7. As diferenças são puxadas pelos subíndices conhecimento e atitude, mas em comportamento todas as classes sociais apresentam níveis bem mais próximos.
Já o gênero não alterou o índice. Homens e mulheres tiveram notas 6,1 e 6,0 respectivamente. Assim, o Serasa concluiu que não existe diferença significativa entre homens e mulheres.
Fonte: Correio do Estado
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