
Livre-se das dívidas: Segundo o professor Samy Dana, da FGV-SP, o motivo é que nenhuma aplicação rende o tanto que é cobrado de juros por um empréstimo. Enquanto a poupança rende 0,6% ao mês, a taxa do empréstimo consignado é de 2% ao mês, em média. Quem está no cheque especial ou cartão de crédito precisa se precaver ainda mais. A taxa de juros dessas linhas de crédito pode chegar a 246% ao ano, segundo dados colhidos pelo Banco Central em agosto. Por isso, se não for possível quitar a dívida com o 13º, procure trocar essa dívida do cheque especial ou do cartão de crédito por outra que cobre juros menores, como o próprio consignado ou empréstimo pessoal.
Pense nas despesas da virada de ano: Se não tem dívidas, é interessante lembrar das grandes despesas da virada do ano. Janeiro é um mês de gastos elevados, com IPTU, IPVA, matrícula escolar, compra de material, além das próprias parcelas que começam a cair para quem exagerou nas compras de Natal. Por isso, é aconselhável guardar uma parte do 13º para esses gastos.
O ano de 2025 foi marcado por resiliência econômica global em meio a crescentes incertezas geopolíticas e fiscais. Indicadores surpreenderam positivamente em diversas frentes, mas o aumento da volatilidade política e comercial elevou significativamente o risco percebido pelos mercados durante todo o período. No cenário internacional, os Estados Unidos combinaram crescimento moderado com política protecionista […]
A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou as alterações no Estatuto Social da PREVIG por meio da Portaria nº 518, de 6 de junho de 2025, publicada no Diário Oficial da União em 10 de junho de 2025. As mudanças, previamente aprovadas pelo Conselho Deliberativo da entidade, contemplam: A adequação do Estatuto à Resolução […]