
Uma pesquisa do SPC, Serviço de Proteção ao Crédito, mostrou que a maioria dos pais conversa com os filhos sobre dinheiro e sobre a situação financeira familiar, mas nem todos sabem com que idade as crianças já começam a compreender esses assuntos.
A educação financeira pode começar por volta dos cinco anos de idade, antes mesmo de a criança conseguir reconhecer os diferentes valores da moeda. A escola é uma grande aliada dos pais, incentivando a criança a entender alguns conceitos de economia, poupança e empréstimos, com jogos e brincadeiras. Entretanto, nada substitui o diálogo em casa.
Os pais podem seguir algumas dicas: incentivar a criança a poupar, guardar dinheiro, para objetivos maiores; acompanhar os gastos do filho e apontar, sem repreender, os erros que a criança cometer; ensinar a criança a gastar somente o necessário, evitando o supérfluo.
“Ela aprende a ser um adulto mais consciente da utilização do dinheiro, que sabe gerenciar, que sabe seguir o caminho dele, projetar o caminho. Ao longo do tempo ela vai criando esse hábito, vai ajudando a ser um adulto mais consciente na utilização do dinheiro”, orienta o economista Rodrigo Ventura.
Os professores de educação financeira dizem que o ideal é começar a dar mesada para crianças entre oito e doze anos de idade.
A PREVIG oferece aos participantes do Plano PrevFlex CD oito diferentes perfis de investimento, que variam conforme a composição da carteira e o nível de risco associado. Essa diversidade permite que cada participante escolha a modalidade mais adequada ao seu horizonte de tempo, tolerância ao risco e objetivos financeiros. De forma geral, quanto maior a […]
O ano de 2023 foi marcado por grande volatilidade nos mercados, tanto internacional quanto local, impactando os preços dos ativos de maneira geral. Apesar disso, como resultado de uma gestão ativa, a rentabilidade do segmento de Renda Fixa no período atingiu 15,88% (equivalente a 121,7% do CDI) e na Renda Variável 25,01% (2,73p.p. acima do […]